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Isenção fiscal dos FIIs é tema de entrevista de Matheus Bueno ao Valor Econômico

Matheus Bueno conversou com o Valor Econômico sobre a dificuldade enfrentada pelos Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) para obtenção de isenção fiscal.

De acordo com o jornal, um levantamento da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) mostra que, desde 2019, foram ajuizados 22 processos e, até agora, há 12 sentenças, todas desfavoráveis ao setor.

Os FIIs alegam que a isenção está prevista no artigo 16 da Lei nº 8.668/199, que diz que os rendimentos obtidos pelos fundos “ficam isentos do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, assim como do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza”.

Já a PGFN afirma que deve incidir sobre os casos o artigo 18 da mesma lei, que deu base à solução de consulta da Receita, e que estabelece que “os ganhos de capital e rendimentos auferidos na alienação ou no resgate de quotas dos fundos de investimento imobiliário, por qualquer beneficiário, inclusive por pessoa jurídica isenta, sujeitam-se à à incidência do Imposto de Renda à alíquota de 20%”. 

Matheus avaliou que as decisões da Justiça merecem a atenção do mercado e afirmou que, em seu entendimento, os FIIs têm que ser isentos da tributação, uma vez que não possuem personalidade jurídica. “A tributação deve incidir apenas nos cotistas quando recebem os rendimentos, na amortização ou resgate”, pontuou.

Leia a íntegra desta matéria aqui

Suno Notícias conversa com Matheus Bueno sobre possível isenção de tributos sobre Fundos de Investimentos Imobiliários

O canal Suno Notícias conversou com nosso sócio Matheus Bueno sobre possível acordo realizado entre o Ministro Paulo Guedes e o Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que definiria que os rendimentos de Fundos de Investimentos Imobiliários (FIIs) não mais seriam taxados em 15%, como havia sido proposto originalmente pelo texto da Reforma Tributária. 

Matheus pontuou que tal acordo de isenção de tributação é uma possibilidade positiva, em especial para os investidores, que hoje sentem que a tributação dos FIIs é uma parte pesada da Reforma Tributária. 

Além disso, Matheus esclareceu as diferenças entre o tratamento de tributação dos proveitos dos FIIs e dos dividendos de ações. Nosso sócio avaliou que esta pode ser uma decisão do Governo em estimular um maior interesse dos investidores pelos fundos de investimento imobiliário, que trazem uma previsão mais estável de rentabilidade, já que são obrigados a realizar a distribuição aos cotistas de ao menos 95% de seus proveitos. 

Assista ao vídeo completo desta entrevista aqui.

LGPD – Implementação e Impactos Tributários

No evento “LGPD – Implementação e Impactos Tributários” realizado no dia 09.06.21, nós discutimos sobre a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), abordando especialmente o seu objetivo, conceitos, as principais figuras trazidas pela lei e os impactos tributários decorrentes de sua implementação.

Fernanda Lains avalia restituição de PIS/Cofins em conversa com o Conjur

O portal Consultor Jurídico (Conjur) entrevistou nossa sócia Fernanda Lains sobre a possível restituição de PIS/Cofins, tema que vem sendo discutido após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que retirou o ICMS da base de cálculos daquelas contribuições, caso que ficou conhecido como a Tese do Século.

Nesta última semana de junho, a Receita Federal, por meio da Solução de Consulta 92 da Coordenação-Geral de Tributação (SC Cosit 92/2021), decidiu que os créditos de PIS/Cofins devem ser reconhecidos e oferecidos à tributação pelo IRPJ e CSLL no momento do trânsito em julgado da decisão judicial, não alterando a base desses tributos dos anos calendários a que se referem os créditos.

Em conversa com o Conjur, Fernanda analisou que a SC Cosit 92/2021 confirma a suposição de que a decisão do STF abriu um novo capítulo na disputa com a Receita Federal. Para nossa sócia, a judicialização deste tema ainda está longe de ter um fim, uma vez que existe aos contribuintes a possibilidade de recorrer ao Poder Judiciário para o reconhecimento contábil dos créditos no momento da apresentação da declaração de compensação.

“Ainda há um longo caminho a ser trilhado pelos contribuintes até que possam efetivamente reaver os valores que foram recolhidos indevidamente aos cofres públicos”, finalizou Fernanda.

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