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Matheus Bueno concede entrevista à Suno Notícias sobre Reforma Tributária

Nosso sócio Matheus Bueno concedeu entrevista exclusiva à Suno Notícias sobre o andamento e as expectativas para a Reforma Tributária, que tramita em regime de urgência no Congresso Nacional. O projeto de lei já está em sua terceira versão e, embora a previsão de tributar dividendos e de corrigir a tabela de Imposto de Renda para pessoas físicas permaneçam, houve mudanças como a adoção de um gatilho para redução do Imposto de Renda cobrado das empresas.

Para Matheus, esse é um dos principais destaques entre as mudanças feitas pelo relator, o deputado Celso Sabino (PSDB-PA). Segundo nosso sócio, atualmente as empresas pagam uma alíquota de 34% de IRPJ, e as duas primeiras versões da Reforma Tributária previam corte nessa porcentagem. Mas, na proposta mais recente, esse corte fica condicionado à um aumento na arrecadação federal.

Confira a integra da entrevista aqui.

Valor Econômico conversa com Leonardo Castro sobre entendimento da Receita sobre tributação de softwares

A Receita Federal divulgou uma solução de consulta com um entendimento sobre tributação de softwares que diverge daquele adotado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em julgamento encerrado em fevereiro deste ano. Para abordar o tema, o jornal Valor Econômico conversou com nosso sócio Leonardo Castro, que destacou ainda ser cedo para dizer que a Receita Federal está mantendo o entendimento mesmo depois da decisão do STF, pois não consta no texto a data em que a solução de consulta foi enviada pelo contribuinte e essa informação, diz, faz toda a diferença.

“Porque a resposta se dá com base no momento em que a consulta foi feita. Ou seja, se for anterior à decisão do STF, e é muito provável que seja porque a Receita Federal não costuma responder em menos de um ano, não dá para assegurar que não haverá mudança de entendimento”, disse.

Pela solução de consulta, a Receita considera software de prateleira aquele comercializado no varejo, tratando-o como mercadoria, enquanto que o software por encomenda é tratado como uma prestação de serviço, o que impacta de forma distinta as alíquotas de Imposto de Renda (IRPJ) e CSLL sobre a receita bruta de empresas tributadas pelo regime do lucro presumido.

Para Leonardo “não se está dizendo com a decisão do STF que, necessariamente, qualquer software se enquadra como prestação de serviço. Os ministros julgaram uma disputa entre Estados e Municípios e decidiram que as empresas de software têm que recolher ISS porque o município tem essa competência prevista em lei”.

Confira a reportagem completa aqui.

LEONARDO CASTRO É FINALISTA DA 1ª EDIÇÃO DO BRAZIL’S LEADING LAWYERS AWARDS NA CATEGORIA “RISING STAR – TRIBUTÁRIO”

O sócio Leonardo Castro foi nomeado como finalista para a 1ª premiação jurídica da Leaders League Brasil, o Brazil’s Leading Lawyers Awards, na categoria de advogado “Rising Star” na área de Direito Tributário.

Os finalistas foram selecionados pelo time editorial da organização internacional à partir de rigorosos critérios que levaram em consideração a atuação profissional nos últimos 12 meses. Os vencedores serão anunciados por ocasião do Brazil’s Legal Summit que será realizado no dia 24 de Novembro no hotel Tivoli Mofarrej em São Paulo.

Maiores informações em: www.leadersleague.com

JOTA consulta Matheus Bueno sobre vinculação do IRPJ à arrecadação da União

Nosso sócio Matheus Bueno conversou com a equipe do JOTA sobre a proposta apresentada pelo Deputado Federal Celso Sabino (PSDB-PA), relator da Reforma Tributária, e que propõe vincular a redução da alíquota do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) à arrecadação da União.

Em matéria, o portal afirma que a proposta deixa a desejar sob a ótica dos  contribuintes e cria uma falta de previsibilidade no ambiente de negócios.

Em sua análise para o veículo, Matheus ressaltou que a proposta apresentada também é problemática ao vincular a redução em 2,5% à manutenção da arrecadação.

“Do lado do contribuinte, fica um sentimento meio amargo. A ideia é reduzir a alíquota a 7,5%, mas o restante depende de um ativo que a empresa não tem controle, que é a arrecadação. Os setores podem não funcionar no mesmo passo, ou seja, um setor pode decidir não crescer em determinado ano ou pode sonegar. E outra área que investiu, mas não conseguiu crescer, será penalizada da mesma forma”, argumentou Matheus.

A íntegra desta notícia está disponível aqui